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Stop Motion: obras de William Shakespeare

O que é Stop Motion?
Stop Motion (que poderia ser traduzido como “movimento parado”) é uma técnica que utiliza a disposição sequencial de fotografias diferentes de um mesmo objeto inanimado para simular o seu movimento. Estas fotografias são chamadas de quadros e normalmente são tiradas de um mesmo ponto, com o objeto sofrendo uma leve mudança de lugar, afinal é isso que dá a ideia de movimento.

O que é Pixilation?
Pixilation é uma técnica de stop motion, na qual atores vivos se tornam personagens de uma animação. A mecânica é simples: esses atores posam para uma câmera que captura sua imagem, depois se movimentam e outro instante é capturado. Feito isso, basta colocar as imagens em sequência e pronto, tudo ganha vida. O nome dessa técnica vem do inglês “pixilate” que significa “enfeitiçar”, nada tem a ver com o famoso pixel.
Queridos alunos seguem alguns links e adaptações em Stop Motion Shakespeare

Clique nos links abaixo para ver outras obras:



Tridimensionalidade para cegos University of Tsukuba


Olá gente, pesquisando sobre a educação de artes para cegos na Escola para cegos anexada na University of Tsukuba encontrei esse projeto do Yahoo!, eles construiram uma máquina(estilo impressora 3D) onde as crianças conseguem falar o que querem e a máquina imprimi tridimensional o objeto, é muito legal. Eles fizeram um teste nesta escola para cegos, onde quero estudar sobre como as crianças cegas desenham, porque eles desenvolve diversos trabalhos nesta área, depois vou postar mais descobertas e informações. Eles utilizam a tecnologia para adaptar formas de desenhar, para que a criança cega consiga desenvolver seus traços. A máquina tem este formato de nuvem, que a criança pode tocar também. Assistam o vídeo.




Museu do Prado para não videntes. “Hoy Toca el Prado”



O Museu do Prado desenvolveu uma pesquisa de imagens para texturalizar, dar volume e formas à obras de grandes artistas como Leonardo da Vince, Diego Velázquez etc. O resultado é impressionante, foram feitas réplicas, as quais é possível toca-las e sentir a tela com as mãos.

Segundo o Museu do Prado, esta é a primeira tentativa do museu na adaptação de seis obras para deficientes visuais, utilizando inovação e a tecnologia, as obras representam alguns dos gêneros expostos no Museu, e agora podem ser tocadas. Além disso, o projeto foi desenvolvido com a colaboração de profissionais com deficiência visual (o que ganha maior credibilidade na realização do trabalho, na minha opinião), e pretende perceber a realidade da pintura representada para recria-lá mentalmente e  alcançar uma percepção emocional da obra. A exposição também terá material didático com textos em braille e audioguias. Uma excelente iniciativa que deveria ser copiada pelos demais museus de todo o mundo.

As obras ficarão em exposição no Museu do Prado em Madrid até 28 de junho de 2015.

Obras expostas:

1. Noli me tangere, Correggio, Oleo sobre tabla, 130 x 103 cm, hacia 1525, Madrid, Museo Nacional del Prado

2. La fragua de Vulcano, Diego Velázquez, Oleo sobre lienzo, 223 x 290 cm, 1630, Madrid, Museo Nacional del Prado

3. El quitasol, Francisco de Goya, Oleo sobre lienzo, 105 x 152 cm, 1777, Madrid, Museo Nacional del Prado

4. La Gioconda, Leonardo da Vinci, Oleo sobre tabla, 76,3 x 57 cm, 1503 - 1519, Madrid, Museo Nacional del Prado

5. El caballero de la mano en el pecho, El Greco, Oleo sobre lienzo, 81,8 x 66,1 cm, Hacia 1580, Madrid, Museo Nacional del Prado

6. Bodegón con alcachofas, flores y recipientes de vidrio, Juan an der Hamen y León, Oleo sobre lienzo, 81 x 110 cm, 1627, Madrid, Museo Nacional del Prado

Vídeo sobre o trabalho colaborativo entre videntes e não videntes


Início de projeto de pesquisa sobre deficientes visuais no Japão.

Enfim, após mudança de Universidade e descobrir que ainda tenho mais 2 anos e meio de Universidade pela frente, para quem faltava 1 ano rss... Retorno ao blog, para mostrar um pouco do que estou passando neste momento, porque, ano que vem pretendo prestar o processo seletivo para o Treinamento de Professores no Japão.

Alguns dados encontrados até o momento...

Conforme o Manabu Gaido Bukko (2005), no Japão, os níveis de ensino são semelhantes ao que temos na Educação Básica no Brasil, e são dívididos em quatro categorias Pre-Escola (幼 稚 園 Youchien) Ensino Fundamental 1(小学校 shougakkou), Ensino Fundamental 2 (中 学 校 chuugakkou) e Ensino Médio(高等学校 koutougakkou).

Além disso, é realizado a educação de crianças com deficiência em escolas do Shougakkou e Chuugakkou com classes e salas de aulas especiais. Nesses locais, é oferecida uma educação individualizada para cada tipo de deficiência. Porém, nas escolas públicas do Shougakkou e Chuugakkou especiais para crianças e jovens com deficiência, a educação é gratuita.

Outra diferença, para o nosso sistema de ensino, é que as crianças e jovens com deficiência não aprendem uma segunda língua, porém no documento não deixa claro, se são todas as crianças com deficiência ou apenas as que possuem comprometimento intelectual. Segue o trecho do documento, "Nas escolas especiais para crianças com deficiência e em classes e salas de aulas especiais do Shogakko e Chugakko as aulas são em Língua Japonesa."

Agora em relação aos livros didáticos, no Shougakkou e Chuugakkou e nas escolas para crianças com deficiência são distribuídos gratuitamente para os alunos a cada novo ano letivo. Entretanto, no Kotogakkou e nas escolas para jovens com deficiência, os livros didáticos não são distribuídos gratuitamente pelo Estado (os livros didáticos destinados aos jovens com deficiência do Kotogakkou, porém, são pagos pelos governos provinciais). Havendo a necessidade de outros materiais didáticos exceto os livros, como materiais de auxílio e livros de referência na escola, devem ser pagos (pela família ou responsáveis pelo aluno*. Outra diferença para quem possui filhos em escolas públicas no Japão, mas pelo que esta explicando no guia, crianças e jovens com deficiência possuem livros próprios para sua aprendizagem, conforme sua deficiência.

Não conheço de perto o que realmente acontece, mas esta escrito assim, nesse Guia disponibilizado no site da embaixada do Japão no Brasil.

A princípio encontrei o livro do professor Hirokazu Shibata (芝田 裕一), que trabalha na Hyogo University of Teacher Education e publicou o livro 視覚障害児・者の理解と支援 (Compreensão e apoio de crianças com deficiência visual), ainda estou preparando meu nihongo para tentar ler este livro.






*Foi realizado alterações de termos do original, porque não concordo com certas terminologias .utilizadas.

Fonte:
Guia de Educação/ 学 ガ イド ブ ッ ク http://www.br.emb-japan.go.jp/pdf/guia_educacao.pdf (2005) (pt.br/jap)
Livro 視覚障害児・者の理解と支援[新版]: http://www.amazon.co.jp/dp/4762828858/ref=gno_cart_title_0?_encoding=UTF8&psc=1&smid=AN1VRQENFRJN5

Tecnologia Assistiva - Detector de cores

As tecnologias assistivas estão cada vez mais fazendo parte do cotidiano das pessoas que são privadas da visão (cegas), o Aparelho Identificador de Cores,  chamado Auire, criado por pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - USP, reconhece 50 variações de cores, e teve o intuito de fabricar aparelhos de baixo custo e com possibilidade de doações de aparelhos. Esse detector pode ser encontrado com o nome de Detector de Cores com Arduino, e possuí outras empresas que vendem também, porém não divulgam o valor no site.
Além desse recurso, existe também um aplicativo chamado Color ID (voz em inglês) para celulares e tablets, esta disponível para as plataformas iOS e Android, porém este aplicativo disponibiliza uma infinita gama de cores e pode gerar confusão. Pelo que pesquisei, por enquanto existem apenas essas duas alternativas, 

Filme Completo Fly me to Polaris 1999

Este filme conta a história de um rapaz Surdo e Cego. Ainda não assisti o filme, então assim que terminar de assistir, postarei meus comentários. =)

Desenho e a criança cega

A criança desde a mais tenra idade se expressa através das diversas linguagens da arte como: quando dança, desenha, canta e teatraliza. E quando esta desenhando explora seu imaginário pessoal para expressar o que pensa e como pensa. Porque o desenho não é apenas copiar formas e figuras, mas o ato de desenhar é a tentativa de proximação da criança com o mundo. Para Derdyk (2010), o desenho é uma manifestação gráfica que não se restringe somente ao uso do lápis e papel, através de marcas gráficas (ponto, linha, textura e mancha), mas também é um risco no muro, uma impressão da mão numa superfície etc. Portanto, a minha pesquisa buscará compreender como a criança cega explora imaginários/imagens mentais  através do da representação gráfica, e qual a importância dessas imagens para a criança.

Portanto, será nessa perspectiva que irei abordar sobre o desenho, e o nível de deficiência visual será a cegueira em ambos os olhos Cid-10 H54.0. E o que me surpreendeu até agora nas leituras, foi esse trecho de Amiralian (1997):

[...] a primeira preocupação com a cegueira foi a da medicina, que a percebia como uma consequência de doenças e buscava minimizar essa deficiência com o objetivo de tornar a pessoa normal novamente. Os médicos se interessavam sobre quanto uma pessoa com deficiência visual era capaz de ver, o que levou à definição de medidas para avaliar a capacidade visual. A medida mais usada, desde então, é a avaliação de duas funções oculares: acuidade visual - que consiste em discriminação de formas - e campo visual - relativo à capacidade de percepção da amplitude dos estímulos. A capacidade visual é avaliada por essas medidas, com todas as correções ópticas possíveis (óculos, lentes etc.).[...]

Após ler esse trecho de Amiralian (1997), conclui que na educação a discussão ainda é muito "nova", assim como as quebras de paradigmas no ensino da Arte.

Referências Bibliográficas

AMIRALIAN, M. L. T. M. Compreendendo o cego: uma visão psicanalítica da cegueira por meio de desenhos-estórias. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997

DERDYK, E. Formas de pensar o desenho – Desenvolvimento do grafismo infantil. 4 ed. Porto Alegre: Zouk, 2010.

Exposição da artista Ananda Peres deficiente visual - EM CARTAZ

Olá, mais um dia de pesquisa sobre o assunto, encontrei a divulgação dessa exposição "Ponto Arte", que propõe a exposição do trabalho da artista Ananda Giordano Peres A exposição também tem identificações e textos em braille, além de apresentar o recurso de áudio-interpretação das obras, com total acessibilidade aos deficientes visuais. 

Local: Galeria PontoArt 
Endereço: Rua Inácio Pereira da Rocha, 246, Vila Madalena - São Paulo - SP
Tel.: 11 2548 1661.
Exposição: de 31 de outubro a 29 de novembro.2014 
Horário: terça a sexta das 11h às 18h e sábados das 12h às 17h. 
Não abre domingo e segunda-feira. 
Estacionamento com desconto: Rua Fradique Coutinho, 1025.

Filme Completo Detetive Cego 2013

Mais um dia lendo sobre pessoas privadas da visão e me lembrei deste filme. Não é baseado em fatos reais, mas mostra de uma forma um pouco exagerada (como toda ficção) como esse detetive vive depois de perder a visão e mostra todo seu drama para voltar a trabalhar clandestinamente, já que os asiáticos valorizam muito o trabalho (dá para perceber né). Entretanto, agora esse detetive já não possui a visão para analisar os casos e investigar criminosos, portanto é obrigado a se aposentar involuntariamente, já que para o detetive a cegueira é apenas um detalhe e não um empecilho. Vale a pena conferir como ele começa as investigações e segue criminosos sem enxergar, é muito interessante.

Filme Completo no Youtube com legenda em inglês


Filme Completo Cega Obsessão 1969

Comecei a lembrar de filmes que já assisti sobre artistas cegos e me lembrei deste. O filme Cega Obsessão (Môjû, 1969) foi um dos primeiros filmes japoneses que conheci através da Oficina que realizei sobre História do Cinema no Centro Cultural Baeta Neves em São Bernado do Campo em 2008, que por sorte, tive como professor o cineasta Alfredo Sternheim, uma pessoa que ama o cinema e fala com paixão sobre o assunto. E a partir daí que surgiu minha curiosidade por conhecer filmes fora do contexto comercial brasileiro, porque até então eu odiava filmes.
Em especial, esse filme me marcou por ser um escultor cego, que vive em uma realidade paralela de sentidos e sensações, sem contato com a sociedade, e além disso, ainda comete certas atrocidades com a ajuda da mãe... é bem absurda as situações, e por ser um filme de terror japonês, na minha opinião, não tem a característica de terror ocidental. Também é um filme pervertido, fetichista, mórbido e impactante. Portanto pode causar um choque se não estiver preparado para as situações de extrema obsessão do artista, por isso é bom procurar sites com spoilers e conhecer a história antes de assistir.

Este filme esta completo no Youtube, mas precisa configurar a legenda para Português.
Para maiores de 18 anos.
https://youtu.be/uJzVX_ReyA4




Professor cego leva alunos à exposição de Caravággio - Belo Horizonte - SP


Apesar da falta de políticas públicas para a inserção dos deficientes visuais na sociedade, a iniciativa de um professor faz a diferença. Ele levou os alunos para conhecer a beleza e a magia das obras de Caravággio em Belo Horizonte.

Publicado em 03/07/2012, em Belo Horizonte - MG

Projeto Ensina a Ver com as Mãos


Exposição pictórica para deficientes visuais - Ponta Grossa - PR

Um projeto pioneiro do Paraná na UEPG ( Universidade Estadual de Ponta Grossa- Pr), intitulado "Ver para crer, tocar para ver", com a participação de 12 artistas plásticos, do curso de Licenciatura em Artes Visuais, com objetivo de tornar a arte acessível a todos...

Enviado em 18/09/2009, Em Ponta Grossa - PR.

Palestrante e radialista cego Beto Pereira no Jornal Nacional - São Paulo - SP


Matéria acerca do Museu da pessoa com deficiênciada Secretaria do Estado de São Paulo da Pessoa com deficiência

Enviado em 13/03/2011, em São Paulo.

"Sentir contornos", uma mostra de arte para cegos.

Exposição na Alemanha traz obras de arte que podem ser reconhecidas por deficientes visuais. Diferentes materiais e formas são o segredo para aguçar a percepção dos cegos.
Cegos raramente podem apreciar obras de arte
Tocar os contornos, apalpar os relevos, sentir o calor de um material. A arte para o tato faz parte da mostra permanente da Sala de Exposições da Central de Fomento à Profissão em Halle, leste da Alemanha. A excepcional exposição é fruto do trabalho de uma ano da instituição, a única responsável pela profissionalização de cegos e portadores de deficiências visuais no país.
"Eu nem imagino o que seja arte abstrata, mas gosto muito de pinturas antigas e esculturas", afirma Michael Kortz, que desde criança tem catarata e hoje, aos 49 anos, é totalmente cego. Limitado pela sua deficiência visual, o serralheiro não entende muito de arte, mas reconhece a sua importância: "Quem não se interessa por arte tem uma parte vazia dentro de si".
Sentir contornos explora materiais, formas, cores e tamanhos. A exposição conta com uma planta em alto-relevo, que serve como base de orientação para os visitantes. Cada ambiente está representado com a forma de um animal, que corresponde ao desenho da maçaneta da porta de acesso ao local. O prédio principal da Sala de Exposições, por exemplo, aparece em forma de um grande peixe, que os cegos reconhecem ao tocar a maçaneta da porta de entrada com o respectivo desenho. Esta planta estilizada planta do prédio foi produzida pela artista Jorinde Jentsch.
A mostra também traz esculturas em formato grande. No total, 17 artistas produziram esculturas em bronze. Bruno Raetsch reproduziu um Rei sentado em bronze, um Pégaso em ferro e uma Atenas em madeira. Já Philipp Fritsche, apostou nas cores para estimular a percepção dos visitantes. Ele criou esculturas em aço pintadas em azul, vermelho, laranja e verde. Alguns deficientes visuais têm sensibilidade a tons luminosos e conseguem, portanto, visualizar as obras parcialmente.

A percepção da arte pelos cegos

Segundo Michael Kortz, o segredo da arte para os cegos está na matéria-prima dos trabalhos. Pessoalmente, ele prefere as obras feitas de metal, pedra e plástico. No entanto, relembra que para a produção de quadros em alto-relevo, a madeira é mais indicada, pois "sempre transmite mais calor".
Para ele, as diferentes superfícies, variando entre macio, duro, grosso, fino, despertam fortes sentimentos. Dessa forma, Kortz considera as formas e materiais decisivos para que um cego defina se uma obra é "bonita ou artisticamente excitante".
Futuramente, os cegos poderão não só se valer do tato para conhecer a arte. Um estudante alemão tem um projeto para criar obras que possam ser percebidas pelo olfato. Se o projeto se concretizar, todos os sentidos humanos serão solicitados frente a uma obra artística.
Matéria retirada parcialmente do site DW.DE. Disponível em:<http://www.dw.de/sentir-contornos-uma-mostra-de-arte-para-cegos/a-445603>. Acesso em: 26 de out. de 2014.

Vídeo do Projeto que Ensina a Ver com as Mãos


  Mostra de uma exposição para cegos vendo com as mãos

Exposição: 6ª Semana da Acessibilidade no CCBB

De 3 à 8 de Novembro de 2014, o Centro Cultural Banco do Brasil, promove 6ª  Semana de Acessibilidade, com o Tema "Repense Acessibilidade", confira a programação no cartaz ao lado.

Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 - Centro, São Paulo - SP, 01012-000
Próximo ao Metro Sé
Telefone:(11) 3113-3651



Site: 
Face: https://www.facebook.com/ccbbsp

Documentário sobre as histórias de vida de fotógrafos cegos ao redor do mundo

Esse documentário é de arrepiar(literalmente), você já imaginou um fotografo cego? se não, através desse documentário realizado pela HBO verá diversos fotógrafos que conseguem se expressar pelas suas fotos. Ainda possui comentários de fotógrafos dizendo que é humanamente impossível, mas veremos através desse vídeo que nada é impossível, quando se ama o que faz. É interessante todo o equipamento em braile utilizado, efeitos de luz e sombra produzidos nas fotos. Vale a pena conferir. Esse documentário foi sugerido pela minha professora orientadora, muito obrigada.  



Filme Completo Vermelho como o céu 2006 (contém spoilers)


 Esse é Mirco Mencacci, um dos sonoplastas mais famosos da Itália, porém ele tem uma peculiaridade, é cego. No filme mostra que Mirco perdeu sua visão em um acidente doméstico, ainda quando criança. Por não poder mais enxergar, ele não é aceito na escola de ensino regular, portanto seus pais fazem um esforço para envia-lo à uma instituição  que trabalha de forma conservadora, com estes alunos. Mirco começa a se relacionar com outras crianças que já não enxergam a mais tempo, mas como sua cegueira é recente, Mirco é tido como rebelde pelo professor, pois ele não sabia ler braille e não sabia ainda como os cegos viviam. É um belo filme, que mostra que podemos fazer do limão azedo uma deliciosa limonada, além disso o filme também mostra a educação na perspectiva conservadora e não conservadora, e as linguagens da arte (teatro, música) que cada vez mais aproximam esses estudantes da educação especial com o mundo dos videntes (que enxergam). Sinopse de minha própria autoria.


Filme Completo no youtube: